Tristeza faz bem

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Conversando hoje com uma amiga que acabou de sofrer a perda de uma pessoa muito querida há poucos dias, ficou muito evidente sua tristeza.

Mais uma vez lembrei do filme DIVERTIDA MENTE e do papel desempenhado pela tristeza, bem como seu pouco espaço e acolhimento no nosso dia a dia. Quando perdemos alguém é natural e, até esperado, que fiquemos tristes. E quando isso acontece, nossa atenção e foco ficam voltados para o que acontece no mundo interno e nas dificuldades que iremos enfrentar. No caso do luto é ir se dando conta de tudo que não vai mais acontecer: do café de domingo, da risada ao telefone, do abraço apertado…No primeiro momento é isso. Depois de um tempo vamos nos adaptando a ideia até que “aceitamos” a perda como um fato. Não se seja um processo fácil. Existem pessoas que parecem que nunca se recuperaram totalmente. O que quero destacar aqui é que, acolher a tristeza é essencial para este momento de recolhimento pessoal e reorganização interna. É um tempo nosso para adaptarmos a nova realidade.

E quando nos permitimos sentir nossa fragilidade diante da vida, nós abrimos espaço para que outros se aproximem, nos ofereçam ajuda. A tristeza favorece a empatia. Se você está passando por um momento de tristeza, procure respeitar o que sente e, na medida do possível, abra espaço para que outras pessoas se aproximem.

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